Teatro Viriato reforça papel de estrutura de serviço público

Fevereiro 10, 2026 | Cultura

Na temporada de fevereiro a julho de 2026, o Teatro Viriato reforça o seu papel enquanto estrutura de serviço público. Com uma programação diversificada, procura escutar o tempo presente e lançar questões sobre equidade, acessibilidade, sexualidade, justiça, identidade, masculinidade, memória, migração, cuidado e futuro.

Tal como o Diretor de Programação, António M Cabrita, salienta no editorial do programa, esta nova temporada resulta de um exercício que vai para além da organização de um calendário. A programação de fevereiro a julho é o reflexo da auscultação que o Teatro Viriato realiza todos os dias. Aos artistas, ao território e aos diferentes públicos que nele habitam.

Procuramos a valorização da presença num mundo acelerado e digital, como se de um ato de resistência se tratasse. Defendemos que o mundo necessita de experiências partilhadas que promovam o encontro, a ação e o pensamento.

Concretamente, entre fevereiro e julho, acolhemos 4 estreias, desenvolvemos 4 projetos próprios, promovemos 1 nova iniciativa, apresentamos 7 coproduções, apoiamos 5 residências artísticas, numa programação que conta com o estabelecimento de 8 parcerias com outros agentes culturais e na dinamização de 4 sessões acessíveis.

Com 40 atividades, a nova programação do Teatro Viriato traduz um conjunto de intenções, que vão desde aproximar artistas e públicos, a incentivar o debate na comunidade sobre assuntos contemporâneos, a reforçar a relação com o território, a apoiar a criação artística nacional, a acolher companhias e artistas consagrados, a dar voz aos mais jovens, a apostar na mediação de públicos, assim como a reforçar o tecido artístico.

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