A Palavra e as Linguagens que inspiram os Jardins Efémeros 2021

Junho 30, 2021 | Sociedade

Estão de volta e marcam (re)encontro com a cidade de Viseu e as suas gentes, de 3 a 11 de Julho. São os Jardins Efémeros, que cumprem este ano a sua 9ª edição, e a oferecerem a viseenses e visitantes uma programação inclusiva, com eventos gratuitos e em espaço público, aos quais habitualmente não têm acesso.

Artes Visuais, Arquitetura, Som, Cinema, Pólis, Oficinas, Mercados e Teatro & Dança”, são as categorias em que assenta uma programação inspirada este ano na Palavra e nas Linguagens, que tem Rui Reininho como um dos destaques.

“Sob o tema «A Palavra e as Linguagens», não poderíamos encerrar da melhor maneira a nona edição dos Jardins Efémeros, com um concerto de Rui Reininho, acompanhado por instrumentistas soberbos, com quem apresentará o álbum, prestes a sair: o «20.000 Éguas Submarinas», revelou a directora do evento, Sandra Oliveira, que o classifica o álbum em estreia, “se não o melhor, seguramente um dos melhores feitos em Portugal”.

Sandra Oliveira subinha ainda a presença, pela primeira vez em Portugal e em concertos a solo, de Lyra Pramuk, HeatherLeigh, Bendik Giske e Deena Abdelwahed, que se distribuem pelos palcos do Parque Aquilino Ribeiro (onde se concentra a maioria dos eventos) e do Teatro Viriato.

“A utilização dos espaços icónicos do centro da cidade, este ano com maior incidência no belíssimo Parque Aquilino Ribeiro reconfigurado, possibilita aos cidadãos uma experiência singular. Os concertos, as exposições, as performances e outras atividades culturais propostas têm como objetivo sensibilizar a população e os visitantes para a cidadania e valorização do património natural e edificado, respeitando-o profundamente”, acrescenta Sandra Oliveira

O Teatro Viriato será palco de espetáculos híbridos como Territoire Éphémères, da compositora, bailarina Dasha Rush, com a colaboração do bailarino Valentin Tszin e com o artista digital Alex Guevara. As quatro apresentações culminarão com a peça híbrida “NKSI”, sob a direção de Gil Mac.

De forma a “impedir picos de loucura e de promover o encontro de pessoas saudavelmente, sem histerias”, os concertos prolongam-se até até à meia-noite e de forma segura. “O que nos permite trabalhar ainda melhor esse aspeto”, conclui a directora dos Jardins Efémeros.