Interface coloca transportes públicos à porta do Hospital de Viseu

Julho 27, 2020 | Região

Localizado junto ao Hospital S. Teotónio, está já a funcionar um novo interface para os transportes públicos em Viseu. A obra, iniciada no ano passado, é composta por um balcão para venda de bilhetes e informações, paragem de táxis e autocarros, ciclovia e zona de espera para os utilizadores.

Com um valor de investimento total que ronda os 366 mil euros, o novo interface abriga ainda as instalações sanitárias de público, com acesso pelo exterior. Sob uma pala aberta nas laterais, encontra-se o estacionamento de táxis e a paragem de autocarros com dois cais de embarque.

“Este é mais um passo fulcral no projeto estruturante de mobilidade urbana do Município de Viseu, ao serviço de todo o Concelho de Viseu. Com este edifício procurámos garantir o conforto de toda a população que utiliza os transportes públicos de Viseu, especialmente neste local onde existe uma grande procura”, afirma o presidente da Câmara, António Almeida Henriques, para quem a cidade assume, assim, a sua “centralidade e posição como capital de Distrito e capital de uma região”.

A obra agora inaugurada está integrada no projeto MUV – Mobilidade Urbana de Viseu. Um investimento de 25 milhões de euros que, pela primeira vez em Viseu, articula uma rede de transportes públicos, um serviço de transporte “a pedido”, uma rede de parques e lugares de estacionamento, uma rede de ciclovias urbanas, um novo interface de transportes e um sistema de informação moderno e acessível.

O Presidente da Câmara lembra que o município é “ambicioso” e quer assegurar “mobilidade para todos”. Aliás, esta ambição foi reconhecida em novembro passado, quando o MUV – Mobilidade Urbana de Viseu foi distinguido com o primeiro prémio, na categoria ambiental, no Concurso M2V Melhores Municípios para Viver 2019. António Almeida Henriques deixou ainda uma palavra de confiança à população, incentivando-a a utilizar o sistema de mobilidade urbana: “Os transportes públicos de Viseu são seguros”.

A intervenção foi financiada a 85% por fundos comunitários, ao abrigo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Viseu, nomeadamente através do PAMUS – Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável de Viseu.