«Viseu Primeiro» quer atrair mais investidores e empresas

Janeiro 2, 2018 | Economia

A Câmara Municipal de Viseu aprovou o programa de Governo Municipal «Viseu Primeiro». Uma estratégia para levar a cabo durante os próximos quatro anos que aposta em potenciar a atractividade de Viseu em todas as suas formas. “A captação de investimento e o desenvolvimento económico, a criação de emprego e o ambiente “são pilares nos quais o executivo vai continuar a apostar”, sublinha o presidente da Autarquia, Almeida Henriques.

Segundo o autarca, o programa Viseu Primeiro privilegia os cidadãos, tendo incorporado dezenas de sugestões recebidas durante a fase de discussão pública. “Isto aliado a uma economia crescente com emprego, tecnologia e que atraia investidores e empresas. E que faça crescer a sua economia de forma directamente proporcional à valorização turística do concelho”.

“A comunidade e o seu bem-estar são uns dos pilares fundamentais. Com o apoio à natalidade e às famílias, acompanhando-as desde o primeiro momento e ao longo da vida. Com a promoção da saúde e da educação, sempre numa óptica de inovação. E aproveitando a inteligência urbana, com vista a um município mais sustentável, solidário e seguro”, concretiza Almeida Henriques.

“O equilíbrio do território” é outra das apostas do programa Viseu Primeiro, tendo em vista tornar o concelho “cada vez mais coeso, valorizando o património, as mais-valias que o mundo rural tem”, acrescenta o autarca.

Na cultura foi também aprovada a comissão de avaliação do Programa Municipal de Apoios “Viseu Cultura” 2018. Será presidida pelo vereador Jorge Sobrado e acompanhá-lo-ão o ex-diretor do Museu Grão Vasco, Agostinho Ribeiro, o artista Victor Hugo Pontes, Ana Isabel Strindberg, dirigente da Portugal Film – Agência Internacional de Cinema Português, e Tiago Baptista diretor do centro de conservação da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema.

Numa lógica de estabilidade fiscal foi ainda aprovada a Fiscalidade Municipal para 2018 que assenta na manutenção da redução de 1% da percentagem de IRS a que o Município tem direito e da manutenção da taxa mínima de IMI (0,3%), com uma redução no pagamento deste imposto por parte das famílias. Também a Taxa Municipal de Direitos de Passagem mantém-se fixada em 0,25%. Seguindo pela redução da taxa de derrama em 25% para empresas cujo volume de negócio seja inferior a 150.000 euros.

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