Incubadora artística de Viseu acolheu mais de 50 artistas

Janeiro 29, 2020 | Cultura

Em 2019, o Coletivo Cava realizou, a partir da Incubadora de Indústrias Criativas do Centro Histórico de Viseu, oito peças de teatro com um total de 30 apresentações, 15 oficinas de música, teatro, fotografia, dança e artes plásticas. E ainda 21 sessões de cinema com mais de 90 filmes e 40 convidados e duas exposições com mais de 20 artistas participantes.

O balanço, segundo o vereador da Cultura, Jorge Sobrado “é positivo e excedeu mesmo as expetativas”. Ao todo, foram mais de 50 os artistas envolvidos, e três mil os visitantes e espetadores que passaram pela Incubadora.

Em conferência de imprensa para «prestar constas» do trabalho desenvolvido em 2019, Inês Flor, Luís Belo, Carlos Salvador, Bruno Pinto, Sónia Barbosa e Graeme Pulleyn, que constituem o coletivo Cava, a que se juntou a empresa EON Indústrias Criativas, contabilizaram em mais de 60 as atividades desenvolvidas “gratuitamente”, para a comunidade. O que cumpriu, segundo Jorge Soabrado, os pressupostos dos acordos celebrados há um ano com os seis artistas e com a empresa de turismo cultural.

“As contrapartidas que havíamos previsto e fixado nos acordos com o município não apenas foram cumpridas, como foram multiplicadas, nalguns casos por dois e, noutros casos, por três”, reconheceu o vereador, para quem a Incubadora de Indústrias Criativas do Centro Histórico “está hoje transformada num pequeno porta-aviões de atividades, de projetos e de atores culturais. “É também um travão ao esvaziamento natural porque passam todos os centros históricos do país e, simultaneamente, um acelerador de novas atividades, de novas dinâmicas, e de novos públicos”

Para 2020, o Coletivo Cava está a ultimar candidaturas para financiamento de novos projetos. Sem prejuízo de algumas atividades já calendarizadas, nomeadamente as oficinas de música “Tatabitato” e “Corpo de Som”, com Bruno Pinto e Ana Bento, e uma oficina infantil de arranjo floral, com Amaro Figueiredo.

Destaque também para o o espetáculo de teatro ecológico “Plastikus Artistikus”, encenado por Graeme Pulleyn, a apresentar em setembro